sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Filmes que você deve assistir antes de morrer


Filmes que você deve assistir antes de morrer:


O Grande Hotel
BUDAPESTE







Lançamento
Dirigido por
Com
Gênero
Nacionalidade

No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.
O que chama a atenção do filme além do magnífico elenco é a narrativa cinematográfica sem igual, original, de uma plasticidade incrível, resgatando o cinema pelo cinema.

Título original
The Grand Budapest Hotel
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A Pele que Habito 93
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Lançamento
Dirigido por
Com
Gênero
Nacionalidade
Sinopse e detalhes
Roberto Ledgard (Antonio Banderas) é um conceituado cirurgião plástico, que vive com a filha Norma (Bianca Suárez). Ela possui problemas psicológicos causados pela morte da mãe, que teve o corpo inteiramente queimado após um acidente de carro e, ao ver sua imagem refletida na janela, se suicidou. O médico de Norma acredita que esteja na hora dela tentar a socialização com outras pessoas e, com isso, incentiva que Roberto a leve para sair. Pai e filha vão juntos a um casamento, onde ela conhece Vicente (Jan Cornet). Eles vão até o jardim da mansão, onde Vicente a estupra. A situação gera um grande trauma em Norma, que passa a acreditar que seu pai a violentou, já que foi ele quem a encontrou desacordada. A partir de então Roberto elabora um plano para se vingar do estuprador.
Obra prima de Almodóvar.
O filme nos leva a uma reflexão profunda sobre os nossos relacionamentos interiores e a aparência, sobre o domínio e o poder sobre o outro, especialmente sobre a imagem exterior e interior. Narrado com suspense digno do mestre.

Título original
La piel que habito
Ano de produção
-





quarta-feira, 20 de agosto de 2014

A fragilidade da vida







A fragilidade da vida

Embora vivamos mergulhados em vida, pois o universo respira vida, há que se sentir como ela é frágil.
Trêmula, leve e fugaz qual uma chama por entre o vento, a alegria e a solidão, a vida passageira insiste em si mesma. Às vezes a tempestade leva o sopro e a vida se esvai abruptamente, deixando órfãos de esperança uma família ou mesmo um povo inteiro.
Dolorosa a interrupção da vida, a saudade, o que se poderia ter sido.
Em meio à fragilidade há que se elaborar o luto e dele tirar forças para se constatar que a última palavra não é a da morte; por mais frágil que seja, a Vida tem a última palavra, a última para ser a primeira.
A vida sobrevive nos pedaços das recordações amorosas de quem fica e na memória afetiva de quem parte. Fica nos gestos, no carinho, na perseverança. Fica na certeza que o Criador não nos fez para a morte, mas para que tenhamos vida e Vida plena.
Na fragilidade é que a beleza e a fortaleza se manifesta.
O mistério não se mostra todo mas deixa antever como fímbrias de luz em meio à escuridão, a certeza da plenitude da vida, sua eternidade e sua plenitude, onde não há tempo nem dor, apenas luz e felicidade.


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Luto por Pernambuco

Luto por Pernambuco

Algumas imagens valem muitas palavras, especialmente quando não conseguimos, ainda, elaborar o luto nosso de cada dia, e de um povo especial como é o pernambucano.

















imagens de obras do Instituo Brennand

quinta-feira, 7 de agosto de 2014