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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Túmulo de Humayun




Túmulo de Humayun 



Na tarde do segundo dia, ainda em Délhi fomos conhecer o mais antigo mausoléu muçulmano da Índia, o Túmulo de Humanyun, grandiosa e belíssima construção, sendo considerada a primeira do império mongol na Índia, mandada construir pela viúva dele no século XVI em sua memória.

Verão algumas fotos onde usamos máscaras contra a poluição que estava muito intensa em Déli nessa época coincidindo com nevoeiro.



Primeira edificação em estilo Munghal clássico.
Temos que entender que para o muçulmano Deus exprime sua grandeza também pela simetria. Essa construção que serviu de inspiração para o Taj Mahal, é expressamente e rigorosamente simétrica. Simbolizam, ambas, o modelo do paraíso, que é uma mesquita com a porta principal no centro de dezesseis jardins, sendo quatro exatamente iguais e quadrados, ao norte, ao sul, a leste e oeste. Lembrar também que toda mesquita é orientada em direção a Meca.
Lembro que nesses jardins há sempre córregos simétricos de água.



 Belas cúpulas





Notem a entrada principal. O símbolo que aparece em cima de cada lado, pode parecer uma estrela de seis pontas, mas não é. É a intercessão de dois triângulos equiláteros, um voltado para o alto (masculino) e o outro para baixo (feminino) tendo ao centro um ponto. É o símbolo da criação.




Nosso guia hindu, Susil



Thomás





 Lembra muito o Taj Mahal, sendo aqui a pedra rósea (comum na Índia com mármore) enquanto aquele é todo de mármore branco especial.


Nossa comitiva






 Embora o céu estivesse cinzento e a poluição piorasse sua cor, notem essas pequenas cúpulas simétricas, azuis, ornadas com nada mais nada menos que lápis-laluzi (uma maravilhosa pedra azul semipreciosa).



 As linhas do desenho na pedra rósea são de mármore branco.


 Simetria perfeita









 Detalhes das cúpulas


Esculpido em uma única pedra de mármore branco







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